Publicado por: Mário Filipe | 2 Setembro 2010

Memória selectiva

Há dias que são um desperdício! Faz-se pouco, aprende-se nada… um desperdício!

O problema é que a maioria das vezes, as memórias destes dias nefastos ficam gravadas no nosso cérebro e custam a ir-se embora (a ocupar o espaço do nome daquela pessoa que encontrámos à três dias atrás naquele sítio cujo nome agora escapa e que nos deu aquela dica interessantíssima que agora não nos lembramos).

O que eu gostava mesmo era de ter a capacidade de seleccionar a memórias: no final do dia, dizer “eu nunca mais me quero lembrar deste dia” e quando acordava de manhã: “Como é que hoje é sexta se ontem era quarta? Devo ter apagado a quinta…”

É claro que isto teria uns quantos inconvenientes e obrigaria a uma organização melhor, bem como uma maior adaptação dos que nos rodeiam: “lembras-te do que te disse ontem? Não. Há apagaste a memória… lá vou ter que repetir tudo”… E as memórias interessantes (um sorriso de um filho num dia mau).

Se calhar a ideia teria que ser refinada: em vez de apagar o dia, só algumas coisas, mas aí ficava demasiado complexo!!!

Apesar de todos estes considerandos o que eu queria mesmo era apagar o dia de hoje!

Publicado por: Mário Filipe | 11 Junho 2010

O que eu queria mesmo era trabalhar…

Vivemos num mundo à beira do precipício… Ele são as crises económicas, a violência, a falta de moralidade e de pudor tantas coisas.

Mas no meio de tudo isto eu tenho não tenho razões para me queixar! Tenho emprego (que garante o tecto e a comida e o carro e a roupa e … ); tenho uma mulher linda e uns filhos que amo muito (mesmo que me tenham custado uns bons punhados de cabelo); tenho amigos; tenho tantas coisas que outros não têm e quando olho bem para a minha vida vejo que não me falta nada de essencial (sim, porque falta-nos sempre qualquer coisa).

Há no entanto uma coisa que me vai deixando de semblante pesado: o meu trabalho (não o emprego). Durante muito tempo eu fiz aquilo que sempre quis fazer (tipo, sonho de adolescência – o de infância era mesmo ser bombeiro), mas ultimamente tornei-me um burocrata: papéis para trás e para a frente, dar ordens a uns, receber ordens de outros. Mãos na massa é que pouco.

Por isto nesta noite fica o meu desabafo: o que eu quero mesmo é trabalhar…

Publicado por: Mário Filipe | 6 Março 2010

Um final cansativo

Hoje faço 36!

O final dos 35 deixou-me de rastos de tal forma que cheguei a pensar que não via os 36!

Uma reunião de trabalho que se prolongou por cima do almoço, mesmo até ao início de outro compromisso!

O telefone que não se calou um segundo e a porcaria da Inbox sempre a crescer. E a chuva… a chuva que teima em não parar e que nos cansa, com as nuvens a esconder o Sol como se a sua existência disso dependesse (parece que depende…)!

Fim do dia: dentista, recolher o pessoal todo (filhos e mulher), compras, McDonalds!

Quando cheguei a casa vesti o pijama e enrosquei-me no sofá… este último dia dos meus 35 foi mesmo cansativo. Agora venham os 36

Publicado por: Mário Filipe | 3 Março 2010

Um dia complicado

Começou com um sorriso tímido de Sol, mas rapidamente voltou o semblante sombrio da chuvada. Mas a meteorologia foi apenas uma gota de água num dia que tinha tudo para ser simples e se tornou complicado!

A correria típica das  manhãs deu lugar à estupefacção da continuação dos eventos dos últimos dias. Como é possível…

Mais tarde, chegou o travo amargo da injustiça: “uma vez mais deixado de fora…”.

No fim: “por favor, que o meu nome não apareça no monte”

Coisas positivas, uma bela de uma almoçarada com os colegas e o fim! Ou pelo menos o que eu espero seja o fim de um ciclo, de uma corrente de ideias. Viva o novo!!!

Publicado por: Mário Filipe | 14 Fevereiro 2010

Olá de novo

Este é um blog antigo que estou a pensar em fazer reviver…

Mudei o nome! Mudei a tagline! Mudei a “linha editorial”…

Só ainda não sei o que aqui vou escrever, com que frequência, com que intensidade…

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